Suas atitudes, me fazem mal.
Me cansam, me tiram a ingenuidade.
Me tornam, mal-carácter.
Aliás, me tornam semelhante a você.
E toda essa experiência, morfológica.
Mitos e lendas, você pode ser a mais, ridícula, das.
Sabe-se lá, onde está a pequena, mentira,
De todas as supostas, mentiras, que você escreveu, em cartas.
Ou paráfrases, de quem sou eu.
Sabe, eu acho que você não tem definição,
Mas por toda a escuridão que tem me causado.
Você deve ser tão pequena(o), que a neve te cobre por inteiro(a).
Tão leve, que o vento sopra.
E tão fúnebre, que eu tenho que suportar, como semelhante, sem poder desprezar, e sabe porque, isso
me fez sofrer? Porque eu te ajudei, te dei a arma, e sua tentativa foi de me matar.
Mas você me lançou um tiro de vida, vitalidade.
Sobre o peso das ondas, descobri amar.
Sobre o amor, descobri, sonhar.
E sobre sonhar, descobri, sorrir.
E sorrio por aprender tantas coisas.
Mesmo que com o sofrimento.
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